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Nossas pesquisas

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Aqui registraremos nossas pesquisas:

 

 

                                                  Para saber mais sobre  a relação cães e humanos

 

O ser humano é uma espécie curiosa. Ao contrário da maioria das criaturas vivas, tem necessidade constante de cuidar dos outros e esta necessidade é mais acentuada em algumas pessoas. Mas, temos uma outra necessidade que é a de participar da natureza. Nos últimos 200 anos nos afastamos do mundo natural e nos tornamos uma espécie sobretudo urbana e suburbana. Lá no fundo lamentamos ter perdido essa ligação com o mundo natural e tentamos substituí-la da melhor forma possível. Trazemos plantas e flores para dentro de casa. Saímos para acampar, vamos à praia, passeamos no parque e gostamos de viver com os cães. Uma alegria tanto maior porque implica em amor e afeição recíprocos.Essas são razões curiosa e sublimares para gostarmos da companhia canina. Os cães massageiam nosso ego, mas também nos mostram quem somos realmente, pois enxergam além das aparências, em troca devemos tratá-los como cães, nunca como gente disfarçada de cachorro.

 (Izolete)

                                                          Bruce Fogle

                                                      médico veterinário

 

                                Cuide Bem Do Seu Cachorro, Liz Palika

                                                          PUBLIFOLHA

 

Para Rupert Sheldrake, biólogo inglês, cães e homens estão ligados telepaticamente. Isso se deve ao longo tempo de convivência entre as duas espécies, que ja dura 100.000 anos, quando os primeiros cahorros foram domesticados. Graças a essa conexão, os animais "lêem os pensamentos das pessoas". Eles parecem sentir quando seus donos precisam de ajuda ou de apoio emocional. Algumas dessas manifestações se revelam em pequenos atos cotidianos, como cães que tremem na hora de uma consulta, mesmo que seus donos simulem tratar-se de um simples "passeio". Outro exemplo é do cão Jack, de Gloucester: quando seu dono viaja, e liga para sua casa, Jack fica ao lado

do telefone,(apenas quando seu dono liga, outras pessoas, não). Com um detalhe: Jack se manifesta dez minutos antes de a ligação acontecer.

Para Sheldrake, não existe uma conclusão para explicar tudo isso, o que há são hipóteses. E a hipótese dele baseia-se na teoria dos "campos mórficos". Segundo o biólogo os corpos têm uma espécie de extensão invisível e indetectável, que determina sua forma e seu comportamento. Todo ser possui uma marca própria, que se estende não apenas ao seu própio organismo, mas a tudo com o que esse ser convive, tornando essa ligação mais forte a medida que essa convivência se repete.

 

                                                       Rupert Sheldrake

                                                          biólogo inglês

                                                   Revista Extra/setembro 2002

 

 

 

 

Pesquisando sobre o tema do nosso PA, encontrei a reportagem que está no link abaixo:(Izolete)

 

http://veja.abril.com.br/160806/p_102.html

 

 

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                                                     O Cão Doméstico

 

        Os especialistas discordam quanto a data em que nossos amigos foram domesticados. Durante muitos anos acreditou-se que o ancestral do cão atual tivesse surgido há cerca de 35.000 anos.Entretanto, há indícios agora que nos levama recuar esse relacionamento com os cães para 135.000 anos atrás.

       Os especialistas também discordam quanto aos motivos que levaram os lobos, ancestrais dos cães, a unir forças conosco, e por que teriam sido incentivados a isso por nossos ancestrais. Afinal, lobos são predadores, e com certeza representavam grande perigo para os primeiros humanos. Mas como eram bons caçadores, talvez nossos antepassados tenham descoberto uma forma de usar essa habiolidade em proveito próprio.è provável que tenham servido de alerta, latindo sempre que invasores ou predadores se aproximavam.

Ao serem domesticados,as ocupações variaram de acordo com a habilidades.

 

 

                                                     Habilidade social do cão

 

       Os lobos vivem em grupos sociais chamados matilhas, onde cada um integrante tem uma posição hierárquica. Em geral o grupo tem um lider macho (muitas vezes chamado de macho alfa), uma líder fêmea (a fêmea alfa), um ou dois outros adultos, um ou dois jovens e os filhotes do ano. As regras sociais são acatadas por todos os integrantes da matilha e governam o comportamento de cada indivíduo.Por exemplo, apenas o macho e a fêmea alfa procriam, me todos os lobos trabalham em conjunto para cuidar dos filhotes. São regras sociais que matêm a harmonia do grupo.

        Atualmente os cães vivem bem com os homens,porque essas regras ainda são lembradas.É verdade que nossas famílias não são matilhas de lobos, mas em geral são lideradas por um ou dois adultos, contêm um jovem ou dois e talvez algumas crianças menores, algumas regras são iguais nas matilhas e nas famílias. Por exemplo: em geral são os adultos que determinam as regras de comportamento, são eles que alimentam os jovens, e quando os jovens crescem, eles vão embora.Quando o cão reconhece algumas dessas regras que lhe é familiar, a vida para ele parece mais segura.

        Se você decidiu incluir um cão na família, ótimo! Mas um cachorro não é automaticamente um companheiro maravilhoso. Transformá-lo em seu melhor amigo dá um certo trabalho. E compreender os ancestrais de seu cão ajudará muito na relação entre vocês.

(Izolete)                                                  

 

 

                                Cuide Bem Do Seu Cachorro, Liz Palika

                                                          PUBLIFOLHA

 

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gurias olha só que trabalho genial que a Ceres Faraco da PUC está realizando. Tentei entrar em contato com ela, mas na PUC não havia nenhuma professora com este nome, claro ela é doutoranda e está sendo orientada por um professor... Segue trecho da pesquisa dela para a tese de seu Doutorado.

 
Pesquisa aponta benefícios do uso de animais em sala de aula

As repercussões do uso de animais em salas de aula do Ensino Fundamental são estudadas em pesquisa da doutoranda em Psicologia da PUCRS Ceres Faraco. Entre os benefícios pesquisados estão a diminuição da agressividade nas crianças, o estímulo à socialização entre os jovens e o enriquecimento das atividades regulares de ensino. Ceres começou os estudos na dissertação de mestrado e está aprofundado atualmente em uma tese de doutorado.

 

O trabalho "Animais em sala de aula: Um estudo das repercussões psicossociais das atividades mediadas por animais" é orientado pelo professor Nedio Seminotti, coordenador do grupo de pesquisa Relações Grupais Emergentes e Organizações, no Programa de Pós-Graduação em Psicologia. A iniciativa surgiu quando Ceres, graduada em Veterinária, percebeu os benefícios dos animais de companhia para a vida das pessoas. Os bichinhos, quando adoeciam, expressavam a enfermidade de toda a família. O estudo também destaca que, quando eles integram um grupo humano, são co-autores de seu processo, isto é, de sua vida e, portanto, o revitalizam. Ao mesmo tempo, estimulam a reorganização do grupo dando sentido novo para as relações humanas e interespécies.

 

Das atividades de classe participaram cães, gatos, coelhos, pássaros e tartarugas. Os objetivos são diferentes para o uso de cada animal, explica Ceres. Os pássaros, por exemplo, contribuem ao desenvolvimento do auto-controle e da capacidade de focar a atenção nas tarefas e os coelhos estimulam o toque e a aproximação. No trabalho, é enfatizado o respeito pelos seres vivos. Nesse sentido, a doutoranda ensinou às crianças a reconhecer os sinais de estresse dos animais. "Isso fez com que os alunos evidenciassem demonstrações de cuidado, inclusive em relação aos seus colegas. Crianças que eram quietas ficaram mais desinibidas e conversavam sobre os animais", ressalta Ceres.

 

No 6º Congresso Internacional "Animales de Compañía: Fuentes de salud", realizado em Barcelona este ano, professor e aluna apresentaram estudo piloto sobre o tema.

 

Fonte: PUCRS

http://www.universia.com.br/html/noticia/noticia_dentrodocampus_bdeaf.html

 

Vou achar o e-mail ou telefone dela para fazermos contato e trocarmos idéias para o nosso projeto.

 

Tati Roland

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Por que é bom ter um bicho de estimação em casa
Animais estimulam a socialização das crianças e ajudam no desenvolvimento da afetividade.
A partir dos cinco anos, as crianças já começam a ter condições de cuidar de um animal, com a supervisão dos pais.
Se houver perda do bichinho de estimação por morte, roubo ou fuga, a família pode trabalhar a situação de maneira positiva, explicando os processos da vida.
Crianças hiperativas podem apurar características como responsabilidade e organização quando em contato com os animais.
Ter animais de estimação é um exercício de responsabilidade. Além disso, as crianças aprendem a lidar com a competição e têm a timidez reduzida.
Fique atento
Cães de comportamento agressivo devem ser mantidos longe dos seus filhos.
Não deixe a criança pegar a ração do bicho, principalmente a dos cães, pois os animais podem reagir de maneira agressiva.
Alerte-a sobre o perigo de puxar o rabo ou as orelhas do animal. Atitudes como essas podem causar reações como mordidas e empurrões.
Ensine-a a respeitar os horários de descanso dos animais.
Crianças hiperativas merecem atenção dobrada, pois correm o risco de machucar os bichos ou de se machucar com a reação deles.
Higiene
Faça um controle das vacinas e das verminoses do bichinho de estimação
Ensine desde cedo onde é o local de evacuação do animal
Mantenha o animal limpo, dando banhos periódicos e verificando a existência de pulgas ou sarna
Caixinhas de areia para gatos devem ser trocadas diariamente
Caso o animal pegue a chupeta ou os brinquedos do seu filho, limpe-os bem antes de devolvê-los à criança
Corte as unhas dos bichos, principalmente dos gatos, que representam maior risco de acidentes
Evite que os animais evacuem perto das crianças
Se o mascote sobe ou dorme na cama da família, lave lençóis e pijamas com maior freqüência
Excesso de limpeza não é garantia de saúde para a criança. Portanto, relaxe
Fontes: Ceres Faraco, médica veterinária, Fábio dos Santos Teixeira, médico veterinário, José Paulo Ferreira, pediatra, Lorena Eva Bigatti, médica veterinária, e Márcia Tomasi, psicóloga clínica

 

 

Para ver toda a reportagem precisamos ir em: http://snifpet-adote.blogspot.com/2008/06/ces-e-gatos-podem-ficar-deprimidos-com.html 

Tati Roland

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Os cães fazem bem à nossa saúde...

Este trabalho é realizado dentro de um hospital de Porto Alegre.

 

Uma ajuda animal

26/01/2008

Fonte: Zero Hora

 

Comprovação científica dos benefícios das terapias com bichos transforma rotina de hospitais e escolas

 

Cães passeando por corredores de hospitais, pássaros voando dentro de salas de aula, gatos dividindo a atenção de idosos em asilos. A comprovação dos benefícios da interação homem-animal para a saúde das pessoas ao longo das duas últimas décadas está provocando uma verdadeira revolução na rotina de instituições.

 

Há dois anos, crianças com doenças cardíacas hereditárias internadas no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, de São Paulo, a maior instituição da área na América Latina, podem deixar os seus leitos e brincar, durante uma hora, com um poodle, uma labradora e um cão da raça bernese. O hospital só tomou uma atitude como essa depois de se certificar das vantagens da Terapia Assistida por Animais (TAA), aplicada por profissionais de saúde da ONG Organização Brasileira de Interação Homem-Animal Cão Coração (Obihacc), que desenvolve uma série de ações em hospitais, creches e asilos.

 

As crianças cujos pais permitem participar da atividade com caráter recreativo têm pressão arterial, freqüência cardíaca e níveis de oxigenação do sangue medidos antes e após às brincadeiras. A análise mostrou resultados animadores: depois de fazer estripulias com os cães, a pressão arterial das crianças volta ao normal, a freqüência cardíaca cai e o nível de saturação de oxigênio tem uma melhora significativa, passando de 80% para quase 90% - em uma pessoa normal a média é 96%. Os cães também passam por um rigoroso acompanhamento: têm de estar limpíssimos, vacinados e com a saúde em dia.

 

O sucesso do projeto entre as crianças levou o Dante Pazzanese a ampliar, no ano passado, a ação para adultos em recuperação de cirurgias cardíacas e já planeja incluir a novidade também para os doentes crônicos. Segundo a enfermeira-chefe de setor e coordenadora do projeto Melhores Amigos no Dante, Adriana Marques da Silva, além de avaliar pressão arterial e freqüência cardíaca, os participantes adultos passarão também por uma avaliação psicológica.

 

- As crianças têm uma interação mais ativa. Querem subir em cima do cachorro, jogar bola. Os adultos são mais passivos, querem apenas acariciá-los - detalha Adriana.

 

Pesquisadores da Alemanha e da Austrália já tinham percebido os efeitos positivos do simples convívio com animais. Ao analisar o uso dos serviços de saúde de seus países, constataram que os donos de cães e gatos foram 15% menos ao médico e ficaram 32% menos tempo internados em hospitais que os demais, proporcionando uma polpuda economia aos cofres públicos daqueles países.

 

Nas escolas, os animais contribuem para melhorar o aprendizado e o clima organizacional, conforme uma pesquisa pioneira realizada no Rio Grande do Sul. Durante um ano, uma vez por semana, a veterinária Ceres Faraco, mestre e doutoranda em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), levava a três escolas diferentes espécies de bichos e ensinava aos alunos características do animal e como lidar com ele. Com os pássaros, por exemplo, a atividade consistia em deixá-los soltos dentro da sala de aula. Mas, para não estressar os ilustres visitantes, as crianças precisavam ficar quietas, evitando movimentos bruscos que poderiam assustá-los.

 

Ao final de um ano, as 200 crianças envolvidas no projeto foram avaliadas por professores e puderam dar seu depoimento sobre as atividades. O resultado foi surpreendente, principalmente nas turmas mais problemáticas.

 

- Esses alunos estavam mais motivados, deixaram de faltar. Reduziram-se as queixas familiares e os conflitos no recreio. A interação com os animais favoreceu a empatia nas crianças, isto é, a capacidade de se colocar no lugar do outro. Isso porque os bichos têm uma característica peculiar: eles não disfarçam, dão retorno imediato caso se sintam ameaçados, forçando a criança a mudar de postura - avalia Ceres que, na sua tese de doutorado, está validando instrumentos que possam medir os efeitos para a saúde psíquica das terapias com animais.

 

Em março, Ceres iniciará um tratamento mediado por cachorros com 40 crianças com transtornos psiquiátricos, atendidas pelo Centro de Atenção Psicossocial Infantil do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. O projeto será personalizado de acordo com o diagnóstico de cada paciente.

http://www.portaldovoluntario.org.br/site/pagina.php?idclipping=44545&idmenu=45 

Tati Roland

 

 

 

( Os cães e a medicina).

 

 

 

15/11/2005 - 20h38

Acariciar cachorro pode ajudar doentes do coração

 

 

WASHINGTON (Reuters) - Passar alguns minutos acariciando um cachorro pode diminuir a ansiedade de um doente do coração e até mesmo ajudar na recuperação dele durante uma internação hospitalar, disseram pesquisadores dos EUA nesta terça-feira.

Os efeitos benéficos do contato com o animal foram maiores do que quando os doentes com insuficiência cardíaca receberam a visita de um voluntário ou quando foram deixados sozinhos, afirmaram os cientistas durante um encontro da Associação Americana do Coração.

"Essa terapia justifica que analisemos com seriedade essa opção como uma terapia auxiliar para o caso de pessoas com insuficiência cardíaca. Os cães representam um grande conforto", disse Kathie Cole, enfermeira da Universidade do Centro Médico da Califórnia (EUA), que chefiou o estudo.

"Eles deixam as pessoas mais felizes, mais calmas. Eles fazem com que as pessoas sintam-se mais amadas. Isso é algo muito importante quando a pessoa está se sentindo amedrontada e mal."

O estresse pode piorar o quadro de um doente cardíaco, mas Cole disse que ninguém tinha até agora avaliado com profundidade se medidas simples de alívio do estresse, como acariciar um animal, poderiam ajudar de tal forma que pudesse ser medida.

A equipe de Cole descobriu que uma visita de 12 minutos de um cachorro ajuda as funções cardíaca e respiratória, diminuindo a pressão pulmonar, reduzindo a produção de hormônios prejudiciais e combatendo a ansiedade.

Os cientistas avaliaram 76 pessoas com insuficiência cardíaca internadas em um hospital. Desse grupo, alguns receberam a visita de um cachorro por 12 minutos, outros receberam a visita de um voluntário treinado e outros ficaram sozinhos.

Os índices de ansiedade caíram 24 por cento para os doentes visitados por um cão, caíram 10 por cento para os que receberam a visita de uma pessoa e permaneceram inalterados para os que não receberam nenhuma visita.

 

http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2005/11/15/ult27u52324.jhtm

 

               COMO  OS CÃES PODEM NOS AJUDAR

 

“Cães não falham: são olhos para os cegos, ouvidos para os surdos e companheiros para os doentes”- revista national geographic Brasil nº21

Embora estes cães não sejam comuns no Brasil, eles existem em grande quantidade ao redor do mundo e desempenham um importante papel social. Estes cães são companheiros insearáveis de seus donos e cães-guia assim como os demais cães treinados para auxiliar pessoas com deficiências físicas são tratados como “funcionários públicos” e são obrigatoriamente aceitos em qualquer local mesmo que este local não aceite animais, como por exemplo restaurantes e transportes coletivos.

O treinamento de um cachorro para desempenhar uma função tão importante é muito caro, por isso apenas as raças consideradas obedientes e de fácil apredizado costumam ser treinadas para esse fim. Essas raças podem variar dependendo do país e da finalidade específica, contudo, raças obedientes e de fácil manutenção como o labrador e o golden retriever estão entre as mais utilizadas em todo o mundo. O principal papel desses cães é proporcionar um maior grau de independência para os portadores de deficiência, seja ela visual, auditiva ou de locomoção. Estes cães porém desempenham um outro papel igualmente importante: o de minimizar o isolamento social destas pessoas.

  • Os cães guia de cego

Cães de assistência 1Os cães começaram a ser treinados para esta função principalmente após o fim da Primeira guerra mundial. Os primeiros centros de treinamento datam de 1926. Com o retorno dos soldados para casa constatou-se um grande números de veteranos que haviam ficado cegos durante a guerra, estas pessoas, cegas a relativamente pouco tempo, não estavam acostumadoas e se orientar em um mundo sem luz como os cegos de nascença. Durante a guerra, cães militares também foram amplamente utilizados e já haviam demonstrado sua grande capacidade e coragem. Foi durante a grande comoção pública do pós-guerra, quando as tragédias da guerra estavam sendo reveladas, e, visando ajudar os soldados cegos, que começaram a ser treinados os primeiros cães-guia de cegos.

Os mais conhecidos destes cães são pastores alemães, labradores e golden retrievers, mestiços de labrador e golden retriever também são utilizados para este fim, estas raças são mais utilizadas devido a sua adestrabilidade mas outras raças também podem e são treinadas para esta função. Mais recentemente os mestiços de labradores e poodles estão começando a ser empregados em alguns países como alternativa para pessoas cegas que são alérgicas ao pêlo dos cães (o pêlo dos poodles é considerado menos alérgico).

Os cães são fornecidos por criadores específicos, voltados exclusivamente para essa finalidade. Depois de separados das mães são encaminhados para “famílias de criação” ( pessoas que se voluntariam para adotarem provisóriamente os filhotes) que cuidam dos filhotes até a idade de um ano, quando eles são encaminhados para as escolas. O treinamento propriamente dito dura meses nos quais o cão aprende, entre outras coisas, obediência básica e como se portar dentro de ambientes como super mercados e escritórios. O cão guia também deve saber conduzir seu dono em meio a obstáculos (obstáculos podem ser desde pedras e buracos até outras pessoas andando) e a atravessar a rua com segurança e a apanhar objetos do dono que porventura caiam no chão.

Os cães que recebem esse treinamento devem ser testados negativamente para doenças hereditárias como a displasia coxofemoral ( labradores e goldens são suscetíveis a esse mal), uma vez que cães com esse tipo de problema necessitariam de cuidados de seus donos eles não servem para o trabalho de cão guia. O treinamento de um cão é muito caro para o estado e seria um grande prejuízo treinar um cão que não poderá ser entregue a um deficiente visual posteriormente.

Depois do treinamento, o cão e seu dono estão prontos para a vida cotidiana. A dupla cão-homem dura até a velhice do cão que é então redirecionado para um lar adotivo que cuidará dele nesta fase e um outro cão será fornecido pela escola para o antigo dono. Algumas vezes o próprio deficiente fica com o cão como companhia e recebe outro para guia, mas estes casos não são comuns pois a essoa necessita ter condições de cuidar do cão (algumas vezes é a família do próprio deficiente que cuida do animal), pois neste tipo de relacionamento normalmente é o cão que cuida do dono e não o contrário.

No Brasil, embora não muito divulgada, existe a tentativa de criar uma escola de Cães-Guia, a escola Helen Keller, primeira em um país subdesenvolvido. Esta iniciativa começou no Rio de Janeiro através da Sociedade Luiz Fernando Baré, uma entidade voltada ao amparo médico e social de pacientes hemofílicos.

Pessoas hemofílicas costumam ter dificuldades para caminhar e utilizar transportes públicos devido aos freqüentes sangramentos intra-articulares que ocorrem principalmente nos membros inferiores, o primeiro projeto, criado a aproximadamente 12 anos visava treinar cães para auxiliar estas pessoas. Infelizmente o projeto não pode prosseguir devido a problemas com o SUS - Sistema Único de Saúde. A idéia prosseguiu, não mais tendo em vista os hemofílicos, mas sim os cegos. Um grupo de Florianópolis fundou a Sociedade de Amigos de Cães-Guia para Cegos que posteriormente passou a se chamar Escola de Cães Guias Helen Keller e recebe ajuda do Lions international. A instituição funciona atualmente e aceita voluntários.

  • O cão do portador de deficiência de locomoção

Cães de assistência 3Estes cães são formados em escolas semelhantes a dos cães guia, e desempenham basicamente as mesmas funções com a diferença que devem abrir e fechar portas, acender lâmpadas e ajudar a puxar a cadeira de rodas em alguns terrenos.

As raças mais utilizadas são o labrador e o golden, e um mestiço dos mesmos. O cão passa pelo mesmo processo de “família de criação”, treinamento, serviço e aposentadoria, a formação de cada um destes cães custa aproximadamente 50.000 francos ao estado (dados da França).

A ANECAH é a organização francesa que deu inicio ao treinamento deste tipo de cão no país e foi fundada em 1989. É válido lembrar que embora a maioria destes cães sejam das raças citadas, existem exceções, há casos de dobermans trabalhando nesta função e de São Bernardos que vivem com portadores de formas graves de diabetes (o que pode dificultar a locomoção, entre outras coisas).

  • O cão do deficiente auditivo

Cães de assistência 2O cão do deficiente auditivo tem como função alertar seu dono para diversos sons tais como campainhas, alarmes de incêndio, buzinas, entre outros. A fundação responsável pelo treinamento destes cães na Holanda, a Soho, foi fundada em 1984 e este país é atualmente o maior possuidor de cães trabalhando nesta função. Os Países Baixos normalmente importam os cães que serão treinados da Grã-Bretanha e as raças mais utilizadas neste trabalho são o collie barbado (bearded collie), o golden retriever e welsh corgi cardigan e pembroke embora em outros países outras raças podem ser utilizadas. Há casos, nos Estados Unidos, de Pugs treinados para esta função. Entretanto, este caso representa a exceção e não a regra.

Muitos donos de cães que passam a necessitar de um cão para deficiêntes auditivos por consequência de um acidente, muitas vezes preferem que seus próprios cães sejam treinados para ajudá-los. Dessa maneira muitos cães de raças variadas acabam sendo utilizados para esta e outras funções.

A principal exigência de um cão de deficientes auditivos é a sua adaptabilidade aos comandos de voz, uma vez que a voz de seus donos geralmente é distorcida (portadores de deficiência auditiva freqüentemente não aprendem a falar corretamente).

Referências utilizadas:

  • Enciclopédia do cão Royal Canin
  • Animal planet

 

 

 

          http://www.seucachorro.com/caes-guia/

 

 

  •   Gurias  achei muito interessante este site  abaixo, que  coloquei por ser dedicado a todos os tipos de CURA  que nosso amigo cão faz em benefício a nossa vida humana.
         

        http://www.tribunaanimal.com/textos_sobre_caes.htm

 

 

                       VOCÊ SABIA:

 

 

Cientistas americanos dizem estar próximos de criar um exame que identificará o câncer de pele pelo cheiro. Apresentando seu estudo no congresso da American Chemical Society, na Filadélfia, os pesquisadores do Monell Chemical Senses Center disseram ter conseguido identificar o "perfil de odor" do câncer de pele. 

Eles recolheram amostras de ar em torno de células de carcinoma - um tipo comum de câncer de pele - e constataram que elas eram diferentes de amostras do ar encontrado em torno da pele saudável.

Segundo os cientistas, seu estudo abre caminho para exames baratos e indolores à base de sensores ou escaneadores manuais.

O objetivo é identificar o câncer de pele antes de que haja qualquer sinal visível, como as temidas pintas, dizem os pesquisadores. Enquanto isso, na Grã-Bretanha, uma equipe de pesquisadores tenta treinar cachorros para detectar vários tipos de câncer cheirando amostras de urina.

A idéia de identificar doenças com base em odores característicos não é nova na medicina. Há séculos, médicos vêm usando seu olfato para detectar sinais de doenças - hálito adocicado indica diabetes, odor pútrido emitido por uma ferida é sinal de que há infecção.

A americana Michelle Gallagher e sua equipe usaram técnicas avançadas de cromatografia para analisar o ar em torno de tumores de 11 pacientes diagnosticados com carcinoma.

Eles compararam o perfil das substâncias químicas detectadas no ar acima dos tumores a perfis de amostras de ar em torno da pele de 11 indivíduos saudáveis.

"As mesmas substâncias químicas estão presentes, mas em áreas onde há câncer de pele a quantidade de algumas substâncias aumenta, enquanto outras diminuem em comparação com indivíduos saudáveis", disse Gallagher.

A pesquisadora não quis dar detalhes sobre as substâncias encontradas, dizendo que sua equipe está tentando patentear sua técnica.

Os cientistas planejam obter perfis de odor de todas as formas de câncer de pele e combiná-las com a tecnologia emergente de sensores eletrônicos - ainda em desenvolvimento - para identificar odores químicos.

Gallagher disse que tem em mente uma espécie de "varinha de condão" contendo um nariz eletrônico que pode ser movimentada sobre a pele e que vai emitir um som quando um câncer for detectado - um sistema semelhante ao tricorder médico da série Guerra nas Estrelas.

Atualmente, o câncer de pele é diagnosticado a partir de biópsia - análise de uma amostra de tecido retirada da pinta ou lesão -, um processo lento e doloroso.

 

 SE você quiser saber mais visite o site abaixo.

 

http://74.125.45.104/search?q=cache:yOgIKFIFVrYJ:www.minhatv.net/noticias/exibe.php%3Fidnoticia%3D1211+O+que+dizem+os+pesquisadores+sobre+os+c%C3%A3es&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br

 

 

Sabedoria Canina

Você já se imaginou agindo com a Sabedoria Canina

 

A vida teria uma perspectiva muito mais amistosa.

 

Tente:

1. Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio.

 

2. Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer.

 

3. Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-la(o).

 

4. Quando houver necessidade, pratique a obediência.

 

5. Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território.

 

6. Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.

 

7. Corra, pule e brinque diariamente.

 

8. Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito.

 

9. Seja sempre leal.

 

10. Nunca pretenda ser algo que você não é.

 

11. Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.

 

12. Quando alguém estiver passando por um mau dia, fique em silêncio,

 

sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo.

 

13. Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo.

 

14. Evite morder quando apenas um rosnado resolver.

 

15. Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama.

 

16. Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa.

 

17. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

 

18. Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que

 

não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos.

 

19. Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada.

 

Até breve, colegas com mais novidades .          Marion/2008

 

 

 

 

 A inteligência canina

 

 

Além das semelhanças afetivas demonstradas pelos cães e humanos, também podemos compará-los conosco através da inteligência. Em uma entrevista publicada na Revista Carta na Escola edição de junho e julho de 2008:

 

 

 

“Animais como os cães claramente têm a mesma estrutura nervosa que nós. O que lês não têm é linguagem. Chamamos a isso de consciência primária, e isso é consciência dentro de um certo período de tempo. Mas um cão, por exemplo, não tem a capacidade de fazer uma descrição narrativa de seu passado, mesmo que ele tenha uma memória de longo prazo. Também não pode planejar um roteiro complexo para o futuro. No entanto, na evolução, a reentrada entre as partes posteriores do cérebro que recebem sinais e as partes anteriores leva a essa consciência primária.”

 

Trecho da entrevista de Gerald Edelman que debate a criação de uma consciência artificial na Revista carta na Escola. A matéria original está disponível em www.cartanaescola.com.br. Isto nos leva a acreditar cada vez mais nos laços afetivos que cães e humanos tem um com o outro e se assemelham pelas suas características de fidelidade.

 

Daniela

 

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               Tipos de Raças

 

            

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 Site da Pesquisa.

 http://www.guiaderacas.com/racas.shtml                Marion 23/09/08.

 

 

  •     Conforme pesquisa feita pela colega Izolete sobre a origem dos cães, também achei este site bem interessante.
     
     
     

http://designinteligente.blogspot.com/2007/09/de-onde-vm-tantas-raas-de-ces.html

 

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CURIOSODADE  Canina.

 

 

  Você  sabe como calcular a idade dos cães em realação ao HOMEM ?

 

Veja aqui em baixo......

 

http://www.lhasa.com.br/curiosidades/curiosidades.htm

 

Marion 24/09/08.

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Vejam que linda é minha cadela, ela é uma legítima da raça vira-lata.

 

 

O nome dela é Tita e acompanhei a gravidez da mamãe dela que é uma vira-lata da nossa rua. Nós ( Eu e outros vizinhos)cuidamos de alguns cães que vivem na rua. Damos vacinas, carinho e alimentação. É um grupo de 4 cães. O malhadinho, a preta(mãe da minha cadela), o pai da Tita (sorriso), a Branquinha , o peludo (que foi abandonado com sarna, doente e com a pata quebrada) e agora veio mais um para a turma dos abadonados, o carinha de piedade(ainda não demos um nome para ele) apareceu faz uma semana.

Marion 25/09/08.

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http://www.dogtimes.com.br/territorio.htm

 

 

Os meus companheiros 

 

Na página que abri está o relato dos cães que tenho em casa e que fazem parte do meu dia-adia.

Dedico sempre uma parte do dia nos cuidados delas e trato-as com carinho como se fossem da família. Os meus cães são bem importantes para mim pois me fazem companhia e me deixam alegres com suas brincadeiras.

 

 

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  • Olha que legal a contribuição da ProF. Daniela Hoffmann.

Nesta segunda-feira 13/10, entrei no Skype e conectei  com a Professora e ela mandou este site para nós.

Vejam que legal!

 

http://www.vlk.com.br/conteudo.php?ver=12

 

Marion 15/10/08.

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Hoje pesquisei sobre o latido dos caninos e achei a seguinte reportagem no google.

 

http://www.saudeanimal.com.br/a_linguagem_canina3.htm

 

 

Achei legal a foto que a Professora Íris nos mandou e quis compartilhar com todos.

 

 

 

 

QUE TAL ESSE GAÚCHO! 10/01/2009.

 

 

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Comments (10)

Anonymous said

at 7:44 pm on Sep 10, 2008

Oi colegas, abri uma nova página para registrarmos nossas pesquisas e nossas investigações sobre nosso PA.
Abraços, Izolete.

Iris Elisabeth Tempel Costa said

at 6:21 pm on Sep 11, 2008

Gurias, coloquem a referência. Não basta dizer o nome da pessoa e a profissão. De onde este texto foi tirado exatamente?

Iris Elisabeth Tempel Costa said

at 12:25 pm on Sep 12, 2008

Outra coisa, cuidem que estão enveredando por um caminho, no mínimo, nebuloso. Fica muito difícil comprovar telepatia entre os cães e seus donos. Já pensaram em fazer algum tipo de enquete para saber porque as pessoas têm cães?

Iris Elisabeth Tempel Costa said

at 8:03 pm on Sep 15, 2008

Gurias, vocês reuniram até o momento algumas informações que já podem ser reunidas e reelaboradas em texto próprio. Vamos lá?

Anonymous said

at 3:37 pm on Sep 17, 2008

Oi Colegas!
Vou fazer uma enquete sobre o porque as pessoas têm cães na minha Comunidade escolar e onde residuo, como sugeriu a Prof.Íris.
Bjus Marion.

Iris Elisabeth Tempel Costa said

at 12:53 pm on Sep 19, 2008

Tatiani, excelentes contribuições. Como já disse, penso que vocês já têm material para começarem a elaborar textos próprios, que reúnem algumas das informações recolhidas. Ao elaborarem este material, vocês terão uma noção mais clara acerca do que falta pesquisar e esclarecer. Abra@os, Iris

Anonymous said

at 2:20 pm on Sep 19, 2008

Oi colegas1
Passei para reler e ver no que posso acrescentar.
Bjus.

Anonymous said

at 11:23 am on Sep 20, 2008

Oi Marion, copiei e colei o material que tu pesquisaste aqui na página das pesquisas,este é um mayerial que tu podes usar como base para tua própria produção na página "cães na medicina e aprendizagem humana"
Beijos,Izolete.

Anonymous said

at 3:45 pm on Sep 20, 2008

Obrigada izolete!
Acho que estou com o parafuso meio flocho!Eh!Eh!Eh!
até. Bjs Marion

Anonymous said

at 10:15 am on Sep 21, 2008

Oi Marion, mais importante do que errar ou acertar, é participar,os enganos e erros fazem parte do processo e contam como participação ativa enquanto que a não participação não constrói nada!
Abraços e conta comigo sempre!
Abraços, Izolete.

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