Este espaço será destinado a publicação de nossas pesquisas de campo, como: relatórios, depoimentos, entrevistas, enquetes, .... enriquecendo, assim, nosso projeto.

DEPOIMENTOS
Depoimento da minha colega Simone (Professora)
Minha família á composta de quatro pessoas e dois cachorros (cadelas).
As minhas cadelinhas chamam-se Lili e Lulu, elas fazem parte da minha família. A Lili nós adotamos, ela de rua e ninguém a queria, então ficamos com ela, hoje ela está com 6 anos, é meiga e obediente. A Lulu é da minha filha Sílvia. Ela ganhou de natal da sua dinda, hoje está com 2 anos, é cocker, é muito carinhosa, meiga e fica sempre dentro de casa.
Temos um canil, mas no inverno acho muito frio e elas dormem juntas na garagem, cada uma tem seu cantinho e sua coberta, ás vezes elas trocam de lugar. Quando eu estou em casa onde eu vou a Lulu vai atrás, e se eu sento para olhar Tv ela senta no meu colo.
Quando vamos para a praia elas vão junto de férias. A Lili anda na rua e cuida das crianças, quando andam de bicicleta e jogam bola com a Sílvia. A Lulu já é mais "docinho" e fica entro do pátio. As duas têm carteiras de vacinação, tomam banho regularmente, tem pratinhos pra comida e seu cantinho. Por que esta relação tão próxima com os teus cachorros? Porque desde criança sempre gostei de animais, principalmente cães, gosto de cuidar e dar carinho a eles.

Ana Paula (16|09|08)
Depoimento da minha colega Cíntia (Professora)
Na minha casa somos em quatro, eu, meu marido e nossos dois cachorros. Temos um boxer, com dois anos e meio, e um pinscher, com um ano.
Desde que me conheço por gente convivo com cachorros, não consigo me imaginar sem eles.
Minha mãe tinha canil e criava duas raças: Poodle micro toy e Pinscher miniatura. Toda minha família adora cachorros, tenho uma sobrinha que é veterinária. Podemos nos considerar uma família "cachorreira".
Meus dois cachorros são como se fossem meus filhos, até os chamamos assim!
Nossa rotina de fim de semana quase sempre inclui os dois.
Quando digo que não imagino minha vida sem eles é porque, simplesmente, eles são um amor e me dão carinho, estão sempre alegres e só faltam conversar, porque entendem tudo. Tanto que o boxer cuida da pinscher, quando ela sai para fora do portão ele puxa-a pela perna, como se fosse o irmão mais velho. Pra mim o amor dos animais é o mais puro e sincero que já conheci, fora o da minha mãe e meu pai.
Ana Paula (16|09|08)
Depoimento de uma vizinha, Ana Maria.
Nome: Tobby Luiz
Data nascimento: 02.08.2004
Raça: Dachshund
Nossa decisão em ter um cachorro, foi rápida, algumas vezes nos sentíamos sozinhos e nossos amigos, que tinham cachorro, comentavam que era muito bom, que eles preenchiam nossos espaços, decidimos dar uma olhada nas lojas, só não fazíamos idéia que um cão daria tanto trabalho e que fosse ocupar tanto nossos espaços. Era um sábado, fomos até a loja , indicada pelo meu irmão que também comprou seu cão lá, como já havíamos decidido a raça fomos direto para a gaiola, onde tinha 3 linguiçinhas, 2 fêmeas e 1 macho. Chegando perto, quem logo nos deu atenção foi o macho, que ficava nos olhando, e como dizem: eles é que nos compram.Ficamos muito inclinados a comprá-lo, porém achávamos que deveríamos pensar mais um pouco e decidir com calma, porque no fundo sabíamos do que nos esperava pela frente. A noite, falamos muito sobre ele, o olhar dele não saia de nossa mente e decidimos então, voltar no domingo pela manhã e lá estava ele, logo que nos viu ficou todo feliz, parecia que estava nos esperando , a decisão estava tomada, realmente ele nos conquistou.
Providenciamos sua caminha, ração o contrato, carteira de vacinas, roupinha e tudo o que precisava para iniciar sua vida conosco. Ficamos um pouco nervosos para saber como seria nossos dias daí pra frente, mas não tinha volta.
A primeira noite, foi um sufoco, ele chorou a noite toda, trancamos ele na área de serviço e já começamos os ensinamentos para ele fazer suas necessidades no jornal, o que não foi nada fácil. Passados os dias, ele se acostumou com o ambiente e conosco também. Ele era tão pequeno que muitas vezes não achávamos ele pela casa e estava escondido dentro do sapato de meu marido. Quando ia tomar vacina, entrava por baixo dos bancos do carro e era uma dificuldade para pegá-lo.
Seu primeiro ano de vida, foi uma destruição , roia tudo que via pela frente (chinelos, pé de mesa, cadeiras, porta...), ainda bem que foi só no primeiro ano de vida. Hoje já é adulto e bem comportado.
Sabemos o quanto ele ocupa nosso espaço, como também dos transtornos de levá-lo para caminhadas etc...mas tudo isso é muito compensador, porque o carinho que ele tem conosco é imenso , o quanto ele nos diverte e preenche o tempo com suas brincadeiras. Muitas vezes nos pegamos rolando no chão com ele , brincamos de esconde- esconde e ele nos procura, enfim viramos crianças. Quando chego em casa do trabalho, ele fica enlouquecido, traz todos os brinquedos para brincar comigo e vai direto para o pote de bolachas e fica latindo até eu dar pra ele, entende tudo o que falamos, é realmente nosso companheiro, quando estamos tristes ele fica triste também, quando estamos alegres ele fica pulando a o nosso lado, alegre também.
ESSE É NOSSO CÃO!
Ana Paula (18|09|08)
Eu e o meu bichano!
Eu tenho um cachorro muito lindo chamado Frederico. Ele é como se fosse da família: está sempre por perto e na hora de sair dá até pena de deixá-lo, pois ele chora tanto...
Acredito ter uma relação de fidelidade muito forte entre nós, pois ele me protege quando sente que eu estou ameaçada, pula de alegria quando eu chego em casa e nunca faz xixi no meu quarto, enquanto que no quarto da minha mãe ele está sempre fazendo, acho que é porque ele está sempre brigando com ele, coitadinho...
Uma vez, a mãe tinha colocado veneno para rato em alguns pontos estratégicos em casa e eu pensei que o Fredy tinha comido porque ele apareceu na minha frente com a boca rosa, a cor do tal veneno, mais que depressa eu o levei para o pátio de casa, abri a mangueira e tentei enfiar água guela abaixo no cachorro, e desesperada liguei para a mãe que no início ficou assustada, mas em seguida disse para eu me acalmar porque ela estava trabalhando e nada poderia fazer o momento, então liguei para o meu namorado para que fôssemos levar o Fredy a algum veterinário. Fomos a um, mas como ele estava demorando muito para atender e eu estava muito nervosa, fomos a outro. Eu acabei comprando um remédio para se caso ele passasse mal, porém, ao final do dia, o cachorro nada teve e eu acabei descobrindo que a cor da ração era rosa também.
Eu amo muito o meu cãozinho e nunca vou querer que nenhum mal aconteça a ele, eu lembro como se fosse hoje ele chegando em casa com apenas um mês de vida todo acanhado e assustado, hoje, sinto e vejo o Fredy como um cachorro muito feliz e saudável!
Aí está meu bichano, lindão né!?
Depoimento realizado por Denise, a pedido de sua mãe,
Izolete Lazaroto.
Relatos sobre a aproximação dos cães e das pessoas em minha casa
Desde pequena sempre tive cães em minha casa, pois meus pais também gostam muito desse animal.
Após meu casamento também tive uma cachorra da raça cocker que ficou na família por quase um ano e um dia sumiu de casa. Era uma cachorra bem dócil e superprotetora pois tentava atacar estranhos que se aproximassem de casa.
No momento tenho três cachorras fêmeas: a mãe das pequenas que tem 1 ano e 8 meses, e suas duas filhas da mesma ninhada que estão com 7 meses.
As cachorras são bem brincalhonas, unidas e companheiras. São supercarinhosas com todos nos aqui de casa, e são extremamente atentas aos cuidados com o pátio da casa.
Pedem comida e água quando sentem necessidade, choram ao redor das portas até serem atendidas, e sempre quando nos vem demonstram que querem carinho e atenção.
São da raça Pastor Alemão cruzado com vira-lata, mas são todas grandes, lindas, fortes e com pelos longos e brilhosos.
Adoram o meu esposo e os meus filhos, mas entendo que eu sou a preferida delas, pois sou eu que dou mais atenção à elas, carinho comida, água, banho e higiene do canil.
Daniela Albrech



ENQUETES
A seguinte enquete foi realizada, por mim, Ana Paula, e pela Izolete, na escola em que trabalhamos, Escola Municipal Podalírio Inácio de Barcellos, Rua Alegrete, 20, Alvorada, no dia 16|09|08. Público envolvido: 80 alunos de 1ª a 4ª série, com idades entre 6 a 10 anos, do sexo masculino e feminino. Os alunos responderam ao seguinte questionamento:
VOCÊ TEM CACHORRO? POR QUÊ?
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Comments (5)
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 10:22 pm on Sep 19, 2008
Marion, precisas prestar mais atenção ao que o grupo está fazendo. Percebes que simplesmente colaste coisas que estão na internet, numa página criada com outra finalidade? Percebes que a Ana começou a produzir um material original, oriundo de pesquisas de campo que ela fez com uma ajuda da Izolete? Sabes o que é uma pesquisa de campo? Eu já havia te deixado um recado na outra página em que colaste material. Por favor, procura ficar mais atenta ao que está sendo produzido. Entendo que tua intenção é boa, mas se ages sem tentar ter uma noção do todo a coisa complica. Abra@os, Iris
Anonymous said
at 11:29 am on Sep 20, 2008
Oi Marion, copiei ecolei o material da tua pesquisa na página "nossas pesquisas" Tu podes usá-lo como base para tua produção própria na página "cães na medicina e aprendizagem humana"
Beijos, Izolete!
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 11:33 am on Sep 20, 2008
Ótimo, Izolete. Espero que a reunião que farão ajude a tornar o trabalho mais integrado. Estas confusões são naturais, mas precisamos conseguir superá-las.
Anonymous said
at 3:59 pm on Sep 20, 2008
Oi Izollete!
Obrigada pela força.Quanto a saber o que é uma pesquisa de Campo, sei como é.Alguns anos atrás quando trabalhava numa Escola M. de Educação Infantil, fiz um curso ministrado pela SMED de POA.
Foi uma troca, uma confusão com a outra página.
Bjs Marion.
Anonymous said
at 10:25 pm on Oct 1, 2008
Oi Daniela, passei o teu relato e as fotos dos teus cachorros para esta página, pois acredito que aqui fica mais vísivel para todos.
Abraços, Izolete.
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